{"url":"https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social","title":"PL apoia PEC 6x1 com regime flexível e compensação","domain":"www1.folha.uol.com.br","imageUrl":"https://images.pexels.com/photos/29366729/pexels-photo-29366729.jpeg?auto=compress&cs=tinysrgb&h=650&w=940","pexelsSearchTerm":"brazil","category":"Politics","language":"pt","slug":"1611634b","id":"1611634b-ac01-47a5-83a1-5d76210fa46f","description":"PL sinaliza apoio: Partido Liberal apoia PEC que acaba com escala 6x1 de Lula, mas exige contrapartidas como regime flexível e compensação.[[1]](https://ww","summary":"## TL;DR\n- **PL sinaliza apoio:** Partido Liberal apoia PEC que acaba com escala 6x1 de Lula, mas exige contrapartidas como regime flexível e compensação.[[1]](https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social)[[2]](https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml)\n- **Três demandas principais:** Novo regime fora da CLT com pagamento por hora, transição de quatro anos de 44 para 40 horas semanais e indenização governamental a empresas.[[1]](https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social)\n- **Estratégia eleitoral:** PL evita críticas do PT em pauta popular com 71% de apoio e usa propostas para desgastar base de Lula na campanha.[[1]](https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social)\n\n## The story at a glance\nO PL, principal partido de oposição, sinalizou apoio à PEC que acaba com a escala 6x1, bandeira eleitoral de Lula, após votar a favor de sua admissibilidade na CCJ da Câmara em 22 de abril de 2026. O líder Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) defende contrapartidas como novo regime de contratação flexível, transição gradual e compensação a empresas. A matéria avança agora para comissão especial, prevista para maio, em ano eleitoral com alta popularidade da proposta.\n\n## Key points\n- PL votou favoravelmente à admissibilidade da PEC na CCJ nesta quarta-feira (22), primeiro passo para debate do mérito.\n- Sóstenes Cavalcante planeja incorporar na comissão especial pagamento por hora, escalonamento de 44 para 40 horas em quatro anos (redução de 1 hora por ano) e compensação governamental às empresas.\n- Novo regime de trabalho fora da CLT permitiria jornada flexível com remuneração proporcional ao salário mínimo ou piso da categoria, de outra PEC de 2025 da oposição e centrão.\n- Pesquisa Datafolha de março mostra 71% dos brasileiros a favor do fim da escala 6x1, o que pressiona oposição a não se opor abertamente.\n- Governo Lula opõe-se a compensações e redução salarial, preferindo transição curta; Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, prioriza PEC sobre projeto de lei enviado pelo Planalto.\n- PL vê baixa chance de aprovar demandas, mas usará como \"armadilha\" para forçar base do PT a rejeitar flexibilidade na CLT durante campanha de Flávio Bolsonaro.\n\n## Details and context\nA PEC em tramitação apensa textos de Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (PSOL-SP), que propõem redução para 36 horas semanais e fim da escala 6x1; governo defende 40 horas como meio-termo, sem fixar escalas rigidamente e deixando para negociações coletivas.\n\nPL busca unificar sua PEC de regime flexível com a principal, mas colide com base de Lula, que rejeita custos ao Tesouro ou cortes salariais. Sóstenes alerta para risco de desemprego sem contrapartidas e diz que partido está \"do lado dos trabalhadores\".\n\nEstratégia do PL evita munição ao PT em pauta popular, enquanto prepara ataques na eleição por suposta rigidez trabalhista do governo.\n\n## Key quotes\n\"Entendo que não tem problema a gente votar a admissibilidade, até porque temos que debater o mérito e fazer as modificações porque o texto da PEC é horrível. Então nós vamos tentar incorporar na comissão especial o pagamento por hora e também escalonar a redução de 44 para 40 horas semanais em anos vindouros, além de uma compensação do governo às empresas. São três coisas que nós vamos tentar alterar\", afirmou Sóstenes Cavalcante à *Folha*.[[1]](https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social)\n\n\"O líder afirmou que é preciso mudar o regime 6x1, mas 'com responsabilidade'.\"\n\n## Why it matters\nA PEC altera regras trabalhistas usadas em comércio e serviços, afetando milhões de empregos em ano eleitoral com forte apoio popular. Para empresas, contrapartidas do PL podem mitigar custos e desemprego; para trabalhadores, governo promete manutenção salarial, mas oposição vê risco de rigidez excessiva. Próximos passos incluem comissão especial e votação em maio, com chance de acordo incerto entre governo e oposição.\n\n## What changed\nAntes, PEC 6x1 aguardava votação na CCJ; agora, relatório foi aprovado em 22 de abril de 2026, abrindo caminho para comissão especial e plenário em maio.\n\n## FAQ\nQ: O que o PL quer como contrapartida pelo apoio à PEC 6x1?\nA: Criação de regime flexível fora da CLT com pagamento proporcional por hora, transição de quatro anos para reduzir de 44 para 40 horas semanais e compensação do governo às empresas afetadas. Líder Sóstenes Cavalcante planeja inserir isso na comissão especial.\n\nQ: Por que o PL evita votar contra o fim da escala 6x1?\nA: Pesquisa Datafolha de março mostra 71% de apoio popular à proposta, bandeira de Lula; oposição teme críticas do PT contra o partido e Flávio Bolsonaro na campanha eleitoral.\n\nQ: Qual a posição do governo sobre as demandas do PL?\nA: O governo opõe-se a compensações financeiras às empresas e redução salarial, preferindo transição curta sem custos ao Tesouro, conforme ministros da Fazenda e Trabalho.\n\nQ: Quando a PEC 6x1 avança após a CCJ?\nA: Comissão especial deve ser criada nos próximos dias para debater mérito, com previsão de votação no plenário em maio, segundo Hugo Motta.","hashtags":["#brazil","#politics","#labor","#laws","#work","#reform"],"sources":[{"url":"https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml?=social","title":"Original article"},{"url":"https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/pl-deve-apoiar-pec-6x1-mas-quer-novo-regime-de-contratacao-e-compensacao.shtml","title":""}],"viewCount":2,"publishedAt":"2026-04-23T11:28:12.005Z","createdAt":"2026-04-23T11:28:12.005Z","articlePublishedAt":"2026-04-22T19:20:00.000Z"}