CNJ intima magistrados por venda de sentenças na Fazenda Vale do Catolé.

Source: ojornalextra.com.br

TL;DR

The story at a glance

O CNJ intimou três desembargadores e um juiz do TJAL por suspeitas de venda de sentenças e grilagem na Fazenda Vale do Catolé, em Maceió. Os envolvidos incluem o juiz João Dirceu Soares Moraes e desembargadores da 3ª Câmara Cível, como Fernando Tourinho, ligados a decisões que autorizaram a venda da área por valor abaixo do mercado. Isso surge agora após reclamação disciplinar de herdeiros, protocolada pela advogada Adriana Mangabeira Wanderley em 2025, com intimações recentes em abril de 2026.[[4]](https://www.instagram.com/p/DXNbB2OAGxH) O caso destaca disputas em inventários longos no Judiciário alagoano.

Key points

Details and context

A Fazenda Vale do Catolé é disputada em inventário desde 1998, envolvendo viúva de 79 anos e herdeiros da família Omena. Decisões da 1ª instância e 3ª Câmara Cível do TJAL permitiram a alienação para pagar honorários e despesas, mas sem notificação adequada aos interessados, segundo denúncias.

Suspeitas incluem procuração falsa em casos semelhantes, como o Sítio Mata da Praia (espólio de Eunice Pessoa do Amaral Falcão, falecida em 2013), transferido após partilha de 2019.[[6]](https://ojornalextra.com.br/noticias/alagoas/2026/04/125629-gabinete-do-vice-presidente-do-tj-de-alagoas-e-alvo-da-policia-federal) Isso reforça padrão de grilagem em Alagoas, com CNJ atuando via corregedoria para intimar e apurar.

Investigações correm em segredo de justiça, com força-tarefa do CNJ e PF já em gabinetes, como o do vice-presidente Carlos Cavalcanti em outro caso de R$ 332 milhões.[[7]](https://ojornalextra.com.br/noticias/alagoas/2026/04/125643-cnj-apura-irregularidades-envolvendo-o-vice-presidente-do-tj-alagoas)

Key quotes

Nenhuma citação direta útil identificada em fontes acessíveis.

Why it matters

Suspeitas de corrupção no Judiciário alagoano minam confiança pública em decisões sobre heranças e terras valiosas. Herdeiros enfrentam perda de patrimônio sem defesa, enquanto investigados podem sofrer sanções disciplinares. Acompanhe desdobramentos no CNJ, como relatórios de corregedoria, mas resultados dependem de provas em segredo de justiça.

What changed

O inventário da fazenda seguia sem alienação por 25 anos; agora, venda foi autorizada em fevereiro de 2025 e depositada em juízo; intimações do CNJ ocorreram em abril de 2026.[[3]](https://www.instagram.com/p/DSfjKmjgImP)

FAQ

Q: O que motivou a intimação do CNJ aos magistrados do TJAL?

A: Reclamação disciplinar de herdeiros da Fazenda Vale do Catolé acusa venda de sentenças e grilagem, com decisões que liberaram área de R$ 300 milhões por R$ 2,6 milhões sem notificação. A advogada Adriana Mangabeira Wanderley protocolou em 2025 contra presidente do TJAL e outros. O CNJ intimou para apuração formal.

Q: Quem são os magistrados intimados?

A: Incluem juiz João Dirceu Soares Moraes, que sentenciou, e três desembargadores da 3ª Câmara Cível, como Fernando Tourinho. Denúncias ligam-nos a decisões no inventário. Nomes completos dos desembargadores não detalhados em todas fontes.

Q: Qual o valor e contexto da fazenda disputada?

A: Fazenda Vale do Catolé tem 40 hectares frente à BR-316, avaliada em até R$ 300 milhões, vendida por R$ 2,6 milhões em 2025 para pagar honorários em inventário de 1998. Representa 78% do espólio de Jairo Farias de Omena. Herdeiros alegam irregularidades no processo.

Q: Há conexão com outros casos em Alagoas?

A: Sim, similar ao Sítio Mata da Praia, com procuração falsa pós-partilha de 2019, e investigações no gabinete de Carlos Cavalcanti por liberação de R$ 332 milhões. CNJ usa força-tarefa com PF para apurar.